"O poeta é um fingidor/Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor / A dor que deveras sente." (Fernando Pessoa)
Que chega a fingir que é dor / A dor que deveras sente." (Fernando Pessoa)
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
De vez em quando.
De vez em quando, diz...
De vez em quando vou gostar de você.
De vez em quando não!
De vez em quando vou afastar seus cabelos e beijar sua nuca.
De vez em quando a visão da sua nuca indo embora me trará sossego.
De vez em quando sua chegada soará como uma linda melodia.
De vez em quando a melodia estará na sua partida.
De vez em quando serão lindos sonhos povoando a minha mente.
De vez em quando serão fantasmas.
De vez em quando, diz...
De vez em quando vou te chamar.
De vez em quando vou te beijar.
De vez em quando vou te querer.
De vez em quando vou te amar.
De vez em quando, diz...
Certamente sabe que estarei aqui...
de vez em sempre.
De vez em quando vou gostar de você.
De vez em quando não!
De vez em quando vou afastar seus cabelos e beijar sua nuca.
De vez em quando a visão da sua nuca indo embora me trará sossego.
De vez em quando sua chegada soará como uma linda melodia.
De vez em quando a melodia estará na sua partida.
De vez em quando serão lindos sonhos povoando a minha mente.
De vez em quando serão fantasmas.
De vez em quando, diz...
De vez em quando vou te chamar.
De vez em quando vou te beijar.
De vez em quando vou te querer.
De vez em quando vou te amar.
De vez em quando, diz...
Certamente sabe que estarei aqui...
de vez em sempre.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Descomplicado amor.
Amor simples.
Amor que completa.
Amor descomplicado.
Seria bom não é?
Seria perfeito!
Nada de intrigas, ciúmes, desconfianças...
Nada de senões, dúvidas, preconceitos...
Apenas amar... pura e simplesmente amar!
Sem regras, nem porquês.
Sem sombras, nem talvez.
Amor que completa.
Amor descomplicado.
Seria bom não é?
Seria perfeito!
Nada de intrigas, ciúmes, desconfianças...
Nada de senões, dúvidas, preconceitos...
Apenas amar... pura e simplesmente amar!
Sem regras, nem porquês.
Sem sombras, nem talvez.
Como beber um copo d’água.
Como o ar que enche os pulmões.
Como o ar que enche os pulmões.
Elementar, automático, vital.
Espontâneo, claro e direto.
Aparente, evidente e óbvio.
Espontâneo, claro e direto.
Aparente, evidente e óbvio.
Felicidade!
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Nada ficou no lugar.
Tive certeza de quase tudo.
Mas “quase tudo” talvez não fosse.
Transitei com segurança.
Minhas mãos já não encontram espaço.
Pequenos gestos assumiam grandes proporções...
A ausência de gestos agora me apavora.
Afirmei com propriedade que era tua.
Será que ainda tenho posto? Ou fui deposta?
Nunca houve distância entre nós.
Agora criou-se um precipício.
As certezas despencam...
Com descontentamento observo:
o que resta é mágoa.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Amigos.
Aos que estão ao alcance das mãos.
Aos que estão a léguas.
Aos que se foram.
Aos que nunca irão.
Aos que passaram tão rápido.
Aos que dividem as madrugadas, curtindo um som e aliviando a solidão.
Aos que fiz no trabalho.
Aos que partilharam lágrimas e sorrisos.
Aos que cresceram comigo.
Aos que ainda estão crescendo.
Aos que são da família.
Aos que considero família.
Aos que nunca nem vi.
Aos que dormem na mesma casa que eu.
Aos meus pais.
A todos - todos vocês - um feliz dia do amigo.
Porque tenho amigos e sou feliz!
Aos que estão a léguas.
Aos que se foram.
Aos que nunca irão.
Aos que passaram tão rápido.
Aos que dividem as madrugadas, curtindo um som e aliviando a solidão.
Aos que fiz no trabalho.
Aos que partilharam lágrimas e sorrisos.
Aos que cresceram comigo.
Aos que ainda estão crescendo.
Aos que são da família.
Aos que considero família.
Aos que nunca nem vi.
Aos que dormem na mesma casa que eu.
Aos meus pais.
A todos - todos vocês - um feliz dia do amigo.
Porque tenho amigos e sou feliz!
sábado, 25 de junho de 2011
Para você.
Para o riso e para o pranto.
Para o silêncio e para o canto.
Para a ordem e para a tormenta.
Para o insondável e para o superficial.
Eu. Para o que der e vier.
Para você.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Pedaços.
Um. Dez. Mil. Milhares.
Estão ali. Todos eles. Os pedaços do meu coração.
Recolherei todos.
Não preciso da sua comiseração.
Há quem diga que nunca conseguimos consertar o que se quebrou.
Sempre vai faltar algo.
Assim espero.
Que fiquem de fora todas as referências a você.
Essas lacunas preencherei com felicidade.
Estado que a sua incompetência não me permitiu alcançar.
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